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12 de agosto de 2025

Se liga na série de registros bem singulares da nossa amada Terra da Rede!

Confira trecho retirado da crônica Ser jaguaruanense é, de Ciro Zulu.

Por Luana 12/08/2025 #cultura

O meu povo jaguaruanense, assim como a minha terra, é cheio de particularidades. São situações que só quem mora aqui entende. Vejam se vocês concordam.

Primeiro, nós não gostamos de memorizar nomes de travessas. Para nós, é tudo beco. E, para cada beco, escolhemos um dono, que geralmente é algum morador ou algum estabelecimento comercial. Às vezes, o estabelecimento nem existe mais, mas o nome do beco permanece.

Não há em Jaguaruana alguém com mais de 25 anos que não saiba explicar onde ficam o beco da Agência, o beco do BEC, o beco do Cônego e o beco da Delegacia. Há ainda alguns becos imortalizados pelo folclore da cidade, como os becos do JaJatec da Guilhermina, o terror de dez entre dez pais das adolescentes nos anos 90.

Trecho retirado da crônica Ser jaguaruanense é, de Ciro Zulu

 

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